O que é inteligência emocional e como ela pode te ajudar no trabalho

A inteligência emocional é influenciada por uma combinação de traços de personalidade. Níveis mais altos dela são associados com inúmeros benefícios, inclusive relacionados à carreira. Por isso, sua medida, o Quociente Emocional (QE), tem sido considerado como um bom radar para contratações em processos de recrutamento. Alguns especialistas até o colocam à frente do QI (Quociente de Inteligência) em questão da eficiência para determinar um bom profissional.

O que é inteligência emocional

Inteligência emocional é o nome que se dá ao conjunto de competências relacionadas a lidar com emoções. Mais especificamente, a como (e o quanto) se percebe, processa, compreende e tem habilidade de gerenciá-las.

Dentre as competências que a IE compreende, estão, por exemplo, as chamadas soft skills, especialmente conectadas com as características que se “traz” às interações com os outros.

Benefícios da IE, segundo a ciência

Há extensa pesquisa que fundamenta os benefícios de ter um nível alto de IE, inclusive relacionando-a à traços de generosidade. Um estudo mostrou que as pessoas com maior conhecimento sobre regulação emocional têm mais propensão a pensarem no “bem social” quando em face de um dilema.

Além disso, a IE influencia o sentimento de bem-estar. Pesquisadores descobriram, por exemplo, que existem relações inversas entre a capacidade de controle emocional e estresse no ambiente de trabalho.

Desenho de uma cabeça com figuras saindo dela, representando inteligência emocional.

Como desenvolver a sua IE – 5 práticas

Em um artigo para o Harvard Business Review, o psicólogo Tomas Chamorro-Premuzic, professor de psicologia empresarial na University College London e na Columbia University, além de associado do Laboratório de Finanças Empresariais de Harvard, recomendou cinco passos fundamentais para aumentar a inteligência emocional.

#1 Transformar o autoengano em autoconsciência

A personalidade, e consequentemente a IE, se molda, principalmente, com base na identidade e na reputação. Para muitas pessoas existe uma disparidade entre os dois, o que pode fazer com que eles ignorem qualquer feedback negativo.

#2 Transformar o foco em si próprio em foco nos outros

Para quem tem níveis mais baixos de IE, é difícil visualizar as coisas pela perspectiva dos outros. Especialmente quando não há escolha certa ou errada. Desenvolver uma abordagem centrada nos outros começa com reconhecimento das forças, fraquezas e valores de cada um.

Em um contexto de trabalho, conversas frequentes com os membros da equipe levarão a um entendimento melhor de como motivar e influenciá-los.

#3 Agir de forma que torne a convivência gratificante

A convivência com pessoas que têm mais altos níveis de IE tende a ser vista como mais recompensadora. De acordo com o psicólogo, os mais “recompensadores” tendem a ser mais cooperativos, amigáveis, confiantes e altruístas.

#4 Controlar “explosões”

No mundo dos negócios, não é bom mostrar frustração sempre que surge um problema inesperado. Então, se você é uma pessoa de “muita transparência emocional”, é melhor se moderar.

Para fazer isso, é preciso perceber que situações tendem a desencadear sentimentos negativos. Detectando seus gatilhos, você consegue evitar situações estressantes e inibir suas reações.

#5 Mostrar humildade

Em questão de carreira, a autoconfiança, em certo grau, é vista como um traço inspiracional. Porém, psicólogos afirmam que os melhores líderes são os que parecem ser humildes. Estes transmitem segurança para a equipe.

“Encontrar um equilíbrio saudável entre assertividade e modéstia, demonstrando receptividade ao feedback e capacidade de admitir os erros, é uma das tarefas mais difíceis de dominar.”

Artigo resumido do Na Prática.org. Leia na íntegra em:
https://www.napratica.org.br/o-que-e-inteligencia-emocional/

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