Tradição em metalurgia

 

 

Fábrica Mercedes editedA metalurgia brasileira surgia junto à siderurgia, numa época onde Portugal dava mais valor à exploração de outros recursos e só via o ouro como metal de interesse. Os portugueses jamais imaginariam que a metalurgia cresceria tanto que seria responsável por mudar o patamar econômico do Brasil, representando até hoje um dos maiores marcos da história brasileira.

 

Alguns séculos depois, com o Brasil independente e com uma economia que começava a pulsar e impulsionar o país afora, surgiram as metalúrgicas brasileiras. O Grande ABC paulista – Santo André, São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul – foi o local responsável por instalar as primeiras metalúrgicas. O forte crescimento e a concentração de indústrias propiciou aumento da população e de infraestrutura para as cidades do ABC.

 

O desenvolvimento do Grande ABC muito se deve às mudanças incentivadas durante dois governos em específico, como o do ex-presidente Juscelino Kubitschek, a partir de 1955. O plano de governo dele foi traçado em cima do mote “50 anos em 5”, cujo objetivo era acelerar o crescimento econômico do Brasil em um curto período de tempo.

 

Antes disso, nos anos 40, o governo de Getúlio Vargas inaugurou a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), no Rio de Janeiro, e a Cosipa, na cidade paulista de Cubatão. Na visão do Secretário de Serviços Urbanos de São Bernardo do Campo, Tarcísio Secoli, estes foram fatores determinantes para o crescimento do setor no país. “Com essas construções se abriu um leque de oportunidades e, em especial, para São Bernardo do Campo, por conta de nossa localização”, diz.

 

Para 2015 um grande investimento está previsto com a chegada de um novo polo a São Bernardo do Campo. “O ABC esta em pleno vapor. Aqui em SBC a novidade é o polo aeroespacial, que vai transformar a região em um grande polo tecnológico”, detalha o Vereador Paulo Dias Neves.

 

Com esse novo polo, estima-se que serão injetados R$ 150 milhões para a construção de uma fábrica sueca que produzirá 36 caças Gripen comprados pelo governo brasileiro. Fora isso, a Agência de Desenvolvimento Econômico do Grande ABC estuda a possibilidade de acordos comerciais com a China, fazendo valer o uso do e-commerce entre os dois países.

 

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