Siderúrgicas enviam representantes aos EUA para preservar mercados

Com o iminente risco das importações do aço brasileiro ser barrado no mercado americano por conta das medidas da Seção 232 que deverão ser impostas por Donald Trump, as siderúrgicas brasileiras enviaram representantes aos EUA.

 

O objetivo é claro. Demonstrar às autoridades americanas que o aço brasileiro é de fundamental importância para complementar a indústria do aço nos EUA.

 

“O Brasil é parte da solução e deve ficar fora das medidas da 232”, disse o Presidente Executivo do Instituto Aço Brasil, Marco Polo de Melo Lopes, dos representantes que foi aos EUA.

Ainda segundo Lopes, o EUA precisa importar aço semi-acabado para complementar a demanda e, dessas importações, por volta de 85% são provenientes do Brasil.

 

As ações previstas na Seção 232 foram adiadas em diversas ocasiões, porém Trump quer ir em frente com a ideia por ter sido parte de promessa de sua campanha.

 

Os executivos das siderúrgicas brasileiras estavam preparando essa viagem há dois meses, tempo este em que o assunto foi discutido com os Ministérios das Relações Exteriores e de Indústria e Comércio Exterior.

 

“Precisamos preservar à siderurgia do país mercados importantes, como o americano, pois a situação do mercado brasileiro, apesar de alguns respiros, como o automotivo, ainda não é de retomada firme no curto e médio prazo”, disse Lopes.

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