Dívidas de R$10 bilhões com bancos são negociadas novamente pela CSN

A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) voltou a conversar com os bancos para renegociar parte de suas dívidas.

 

No começo de 2018 a CSN precisa honrar com dívida de R$5,6 bilhões.

 

A maior parte desse montante deve ser pago para seus principais credores, o Banco do Brasil e a Caixa.

 

Esses dois bancos juntos representam dívidas da CSN de R$10 bilhões, cujo vencimento é até 2020.

 

A ideia da CSN é renegociar essa dívida para estender os prazos para 2021 e 2022.

 

A pressão dos bancos públicos é forte do que com os privados, onde as negociações estão bem encaminhadas.

 

O último balanço divulgado pela CSN mostrou que o terceiro trimestre de 2016 registrou dívida líquida de R$26 bilhões.

 

O presidente da siderúrgica, Benjamin Steinbruch, não vendeu nenhum ativo da empresa, apesar de ter se comprometido a fazê-lo.

 

A expectativa de melhora na demanda e a pequena melhora da economia são vistas como fatores que irão propiciar resultados positivos nos próximos meses.

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